Publicado por: pbsena | 12/05/2010

A salvação o melhor de Deus para o homem Parte XXVIII Autor Pbsena

Pedro o homem que mais manifestou coragem em defesa de Jesus

Jesus com conhecia muito bem o temperamento de Pedro, já tinha lhe avisado previamente, de que ele o negaria. Só que Pedro se esqueceu do que seu mestre tinha lhe dito, e não se conservou vigilante. Por isso ele negou ao Senhor Jesus por três vezes. O discípulo Pedro era um de coração bom, sincero, franco, e humilde que não guardava rancor; e reconhecia seus erros e fraquezas quando cometia. É este o tipo de obreiro; é que Deus quer em seu ministério. Homem que sabe reconhecer quando erra, e sabe pedir perdão. Obreiro igual ou semelhante a Pedro, não deixa uma sensação, e uma má impressão aos olhos do povo, de que é um obreiro não erra e nem comete fragilidade. Por causa de seu reconhecimento de haver pecado ou negado ao Senhor Jesus, e por sua humildade, seus pecados foram perdoados por Jesus. E ainda ganhou grande confiança de Jesus sendo vocacionado para ajudar pastorear o rebanho de Deus na terra (Jo 21:15-17). A semelhança de Pedro, Cristo nos quer restaurar a vida, nos perdoando e apagando os erros do passado, investindo em nós, e no nosso presente, e ajudando-o a construir um futuro feliz em comunhão com as pessoas e com Deus.

Jesus atraia o povo a segui-los a obediência com fatos e pregação ungida

A maneira de como Jesus olhava, lidava, e pregação ao povo trazia uma sensação de bem estar porque mostrava algo diferente, que superava as expectativas da mente e da razão humana, mostrada por meio de fatos. O Senhor sempre procurou dá demonstrações de que seus ensinos estavam ligados diretamente aos fatos, não em meras palavras vazias e ocas que não satisfazem os anseios da alma do homem e nem trás alegria a quem os escuta. Ele provava com seu poder, que sua palavra é a verdade em operação, e não simplesmente retóricas vazias e sem demonstrações do poder soberano de Deus. Foi isso que fez com que o povo fosse atraídos e presos pelo poder soberano de Jesus.

A pregação de Jesus fazia calar a boca de muitos de muitos inimigos, porque vinha acompanhada com fatos. E qualquer um que se aproximasse dEle com o intuito de ouvir  prestar atenção no que Ele dizia, era contagiado pela unção que sobre Ele detinha (Jo 7:44-48).

Temos um exemplo que foi registrado pelo Apóstolo João Marcos, de que certa vez, Jesus em uma de suas caminhadas pregando o Evangelho do reino de Deus, o povo ficou tão atraído e saturado pelo poder de Deus, que saíram na companhia de Jesus, durante três dias, sem preocupar-se com alimentação (Mc 8:1-3) nestes dias Jesus viu que não podia despedir o povo sem alimentá-los; e operou o milagre segundo milagre da multiplicação dos pães, demonstrando mais uma vez seu poder aos olhos do povo.

A multidão que acompanhava Jesus a beira do Mar da Galiléia se detiveram, e só foram embora quando viram o milagre acontecer. Quando realizamos qualquer trabalho de acordo com a orientação do Senhor Jesus, ele produz por meio de nós com muito mais abundância. Não adianta querermos levar a vida ignorantemente a Deus, que não vamos chegar a lugar algum. Pedro era um bom pescador, entendia como ninguém a arte da pescaria, mas naquela noite o seu trabalho não produziu nada, e só veio a produzir quando levou em consideração, de que devia o atender as palavras Jesus, que por sua vez lhe envolveu em uma meta de produção extraordinária. Muitas vezes lutamos para resolver situações problemáticas em nossa vida, e às vezes fracassamos porque paramos de buscar, se afastamos, e deixamos de ouvir a voz de Deus. O irmão Pedro fez o contrario. Na hora do fracasso da dor e do sofrimento ele não se afastou Jesus; mais a cada prova ele ficava mais próximo de Jesus. Jesus pediu seu barco para dele pregar, ele deu e ficou ouvindo atentamente a voz do mestre e seus ensinamentos. Experimentemos ouvir o que Deus tem a nos dizer, e deixemos que ele nos mostre o caminho que devemos seguir.

A ordem para partida para grande comissão

Após convites, recrutamentos, chamado ao discipulado, e ao apostolado, Jesus agora; ordena-lhes que eles fossem para Jerusalém, e se demorassem lá, até que do céu fossem revestidos do poder do consolador. E dali poderia partir, para a missão (At 1:3-8). O nosso Senhor ao enviar seus discípulos em treinamento, desde o inicio, nunca escondeu deles dos riscos, dos perigos que estariam expostos no trabalho missionário; dos sofrimentos, das perseguições, dos dias de apertos e de angústias que passariam por amor ao Evangelho. Mais deu a eles a qualificação necessária e seu poder para planejar, organizar, executar, objetivando o desenvolvimento e o crescimento do reino de Deus com maior rentabilidade espiritual.

Conclusão

A pesca maravilhosa foi à maior demonstração de Deus em Cristo, de que estava interessado naqueles; experientes, sofredores, e ocupados e pescadores. Para fazer deles seus instrumentos de transmissão do evangelho do reino de Deus na terra manifestado na pesca maravilhosa.

Frase. (A arvore cresce no aprofundamento e no alargamento de suas raízes)


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